4 Jan, 2010
Mundo Sustentável
É fascinante ver a volta por cima, as formas de superação e os movimentos em torno do ser humano. Mas será isso suficiente?
Primeiro ele tem as idéias e as materializa em forma de objeto, abstrato ou não, de consumo. É um ir e vir de atitudes e adesões, mas que logo mostra a verdadeira face. Como é dito em Provérbios, “nada fica escondido debaixo do sol”. Então entra em cena a Natureza. Se o homem natural não consegue se libertar das próprias armadilhas, ela vem para dar a última palavra, convencendo o próprio homem a colaborar. Que força!
É aí que as regras começam: não derrube mais árvores do que o necessário ou nem derrube, pelo menos por um tempo; não gaste muito papel, use ao máximo o registro eletrônico no computador; não use a mangueira para lavar calçadas, use baldes ou somente as varra; diminua o tempo no chuveiro elétrico, isto fará economia tanto de energia quanto de água; não encha a geladeira de comida e depois jogue fora, isto é desperdício de dinheiro além de ser cruel com o próximo; reaproveite tudo que pode; faça uma coleta seletiva de lixo para reciclar todo material possível; não jogue lixo nos rios e lagoas, dentre muitas outras.
O que está faltando? Seria mais conhecimento? Ou mais criatividade, habilidade, disposição, genialidade, convicção, temperamento forte, energia política, vontade férrea, intolerância produtiva, senso de justiça, organização, senso de humor, consciência ética, alegria ou até mesmo indulgência?
Nada disso. O que falta é a consciência do servir. Até existe um dito que se tornou popular: “quem não vive para servir, não serve para viver”.
Há poucas horas li um artigo sobre a afirmação de um antropólogo que diz que “a diferença entre o homem e outro animal é a sua capacidade de cozinhar”. Em seus estudos ele concluiu que o cérebro humano evoluiu pela necessidade de mudar a dieta, pois se continuasse comendo como os animais, iria ser extinto da face da terra. Isto é, seu organismo não suportaria tanta carne crua se putrefazendo dentro dele. Então ele integrou o conhecimento do fogo com o alimento e passou a cozê-lo. Isto é uma forma de identificar o seu primeiro passo na conquista do relacionamento, pois vieram a existir duas atividades distintas para conseguirem alimentar-se: a caça e o cozimento da caça. Tiveram, portanto, que se organizar, pois quem estivesse cozinhando não tinha como caçar e vice-versa.
E qual seria o passo seguinte? Simplesmente, continuar servindo.
Um abraço.
Candida.
Minha Visão
Ajudar as Pessoas a fazerem mudanças no seu estilo de vida,
para serem saudáveis e felizes.